sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Seria falta de habilidade da gestão da Educação em Ribeirão Preto, ou o quê?





O quê poderia estar por trás de algumas tentativas de destruir um homem prestes a completar 70 anos? As possibilidades são muitas.

 Talvez as cúpulas conversem entre si e as maldades circulem livremente com o objetivo de esmagar alguém que não reverencia os títulos, alguém que olha de igual para igual para uma criança, um funcionário de cargo modesto, até os altos escalões?
É, porque sou assim, respeito a todos igualmente, mas não abaixo os olhos nem a cabeça diante de cargos superiores.

Ou seria por economia, já que estou para me aposentar (faltam apenas 3 anos) e suprimindo-me, a prefeitura poderia economizar uns trocados?

Ou simplesmente por antipatia? Na verdade não sei...


O que sei é que estou sendo perseguido desde quando trabalhei na Divisão de Controle de Vetores, tentaram me exonerar ainda no período probatório, porque, diziam: eu reivindicava muito. Cheguei a criar, junto com colegas, um jornalzinho (O DENGOSO) que utilizávamos para denunciar as falhas relacionadas ao desrespeito para com a saúde e direitos dos funcionários. Perseguiram-me desde 2002 até 2011(poupando-me das perseguições apenas nos anos 2007 e 2008 quando fui conselheiro no SASSOM). Em 2011 gabaritei em um concurso do Daerp e fui, livrando-me das perseguições do Vetores.

No Daerp eu sentia-me muito bem, era e é uma verdadeira família. Fiquei no Daerp por 3 anos e uns meses. Lá, em reconhecimento dos meus préstimos como servidor exemplar, eu recebia elogios da chefia, e, cheguei a receber carta de aprovação de morador; tenho documentos comprobatórios em meus arquivos.


Então, passei em concurso para professor PEB II (Professor de Ensino Básico) e assumi cargo na EMEF Salvador Marturano em abril de 2014 e posteriormente na EMEF Dr. Faustino Jarruche a partir de 02 de fevereiro de 2015, até a atualidade.


Na Educação, já no Marturano, recomeçaram as dores de cabeça. De cara, já me jogaram na classe mais indisciplinada que havia naquela escola. Depois que passei mal em sala de aula (hipertensão) me remanejaram para apoio, onde fiquei até o final de 2014.


Em fevereiro de 2015, fui atribuído, pela SME, para apoio em anos iniciais. Só que não!!! Ao contrário, quando cheguei no Faustino me colocaram em uma sala do 4º anoF superlotada, com cerca de 30 alunos acelerados, sendo um com “necessidades especiais; depois de um tempo, passei mal, precisando cuidados médicos. Diante da situação, registrando uma reclamação no setor de protocolo, direcionei a reclamação ao setor de Defesa de Direitos. Pois além da superlotação da sala eu percebia outras inadequações, entre elas a falta de profissionais para cuidar de mais de uma dezena de alunos (na escola toda) nessa situação (necessidades especiais). Somente havia uma profissional de AEE; depois da minha reclamação ajeitaram mais duas profissionais de AEE. Ainda é pouco.
Tem também a questão de violência de aluno contra professores: Há alguns dias a professora Sueli (professora de EC) foi agredida por um aluno na sala de aula do 4ºF. Até o momento não se tem notícia de qualquer providência.
E a biblioteca da escola Faustino, que é um patrimônio, está "às moscas", pois não há organização nem bibliotecário. Certo dia fui procurar um livro sobre folclore, para trabalhar em sala, e não achei; sei da existência de tal livro mas como está tudo misturado essa biblioteca acaba não sendo funcional como deveria. Outros professores e professoras também tem dificuldades para encontrar os livros que precisam. Sugiro que se faça a catalogação de todos os livros para melhorar a utilização deste patrimônio.


A gota d’água.

Em 27 de agosto de 2015 a diretora da EMEF Professor Marturano chamou-me para que eu desse ciência em minha avaliação. Nessa avaliação ela me jogou muito pra baixo. Injustamente colocou palavras que me humilharam muito. Não sei por que fazer isso com um homem que respeita a todos e tenta dar o melhor de si em prol da educação das crianças, apesar dos tropeços, pois não sou perfeito. Um homem (com 67) que tenha, talvez, mais 7 anos de vida, levando em consideração a expectativa média e a genética, pois papai e mamãe faleceram aos 74 anos. 


Seria eu um visionário, com mania de perseguição? Não creio; apesar dos transtornos emocionais, não sou cego e como muitos servidores, sei muito bem como funciona a máquina. Aos amigos do “Rei”, tudo, aos outros...


Consequência do fato na Marturano, somando-se o estresse da sala de aula, cheguei em casa passando mal. Ao medir a pressão, vi que estava alta 15 por 11 Tomei o medicamento mas não baixava, conversei com o médico e contei o ocorrido. Ele disse o que eu já sabia, que:  – provavelmente é emocional. Após nova receita, me aconselhou procurar  médico específico. O resultado final disso: 08 dias de afastamento e mais remédios.

Conclusão: A falta de sabedoria atrapalha o progresso de nossa querida Ribeirão Preto!!

terça-feira, 4 de agosto de 2015

DEVEMOS FILTRAR AS INFORMAÇÕES VEICULADA NA MÍDIA

Se acreditarmos em tudo que a mídia nos fala seremos como marionetes, manipulados pelas mentes e corações dos que nos querem submissos ao capital nacional e internacional. Cuidado principalmente com a Rede Esgoto de Televisão (plim-plim). Hoje eles falam bem do Mandela, mas na década de 1960 o chamavam de terrorista e desejavam a sua morte. Hoje a mídia política está focando em outras pessoas, distorcem os fatos para que essas pessoas pareçam bandidos. Sabemos que uma mentira repetida 1000 vezes se torna verdade na cabeça da maioria das pessoas. Por isso filtre, filtre, filtre muito bem o que diz no noticiário, não só na tv mas também nos jornais e revistas

. Veja o que diziam do Mandela há 50 anos:



Mandela e a hipocrisia ocidental
7 de dezembro de 2013 | 06:00 Autor: Miguel do Rosário
Esse texto de Mario Magalhães, biógrafo de Marighella, traz uma reflexão dura e triste sobre a hipocrisia ocidental. Grande parte das forças políticas, institucionais e midiáticas que hoje parecem competir para mostrar quem fará a melhor homenagem a Mandela, há algumas décadas competiam no sentido contrário.
É muito bom que as coisas tenham mudado, e que o mundo tenha se tornado mais consciente da importância de alguns valores essenciais, como a democracia e os direitos humanos. Justamente por causa disso, é importante não esquecer jamais o passado. Até porque a Africa atual continua oferecendo o mesmo espetáculo de miséria e desesperança, e talvez numa escala ainda mais grave do que na época da juventude de Mandela. Todas as tentativas de união política entre os países africanos, como a idealizada por Gamal Abdel Nasser, então presidente do Egito nos anos 60, foram sabotadas pelas lideranças ocidentais.
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“Enforquem Nelson Mandela”
Por Mario Magalhães (Via blog do Andre Lux)
Perdão pelo azedume, em meio aos festejos pelo grupo café-com-leite do Brasil na Copa, a preocupação com o possível oponente duro nas oitavas-de-final e o lamento por Nelson Mandela.
Não deveria, mas ainda me assombro com tanta hipocrisia, como agora, com a morte do velho líder negro sul-africano.
Muitas das bocas que hoje tecem loas à memória do velho combatente são herdeiras históricas daquelas que, com a CIA e numerosos governos alegadamente democráticos, no passado nem tão distante, avacalhavam Mandela como subversivo e terrorista.

Nessa época, Mandela era chamado de “terrorista”
Margaret Thatcher e seus discípulos ainda são celebrados como a luz que livrou o Reino Unido das trevas. Se dependesse de alguns thatcheristas, Mandela não teria nem saído vivo da cadeia. É o que lembrei meses atrás, no comecinho do blog.
Em homenagem a Nelson Mandela, reproduzo abaixo o post, documentado com o cartaz acima. Nem todas as lágrimas na despedida são sinceras.
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“Enforquem Nelson Mandela e todos os terroristas do Congresso Nacional Africano [ANC, nas iniciais em inglês]. Eles são açougueiros.”
O cartaz acima foi distribuído no Reino Unido no início da década de 1980, quando o líder negro sul-africano ainda amargava a prisão iniciada em 1962. A imprensa o atribuiu à Federação dos Estudantes Conservadores, vinculada ao Partido Conservador e sobretudo à primeira-ministra da época, Margaret Thatcher (1925-2013).
A senhora Thatcher também chamou Mandela de terrorista. O CNA era a organização política anti-apartheid à qual Mandela pertencia.
Mandela não foi enforcado e conquistou a liberdade em 1990. De 1994 a 99, presidiu a África do Sul, consagrando o fim do regime de segregação racial, a despeito da enorme desigualdade social que ainda persiste. Recebeu o Prêmio Nobel da Paz.
No momento em que Mandela, velhinho, está internado em estado grave aos 94 anos, não custa lembrar que, se dependesse de alguns estudantes britânicos ditos civilizados, ele estaria morto há muito tempo.

FONTE: http://tijolaco.com.br/blog/?p=11022